Posted by: Luis Alves Martins | 10 September 2011

para a minha filha #1

Ri-te.

Ri-te dos outros e ri-te de ti.
Ri-te quando caires e ri-te quando te levantares.
E também porque és assim quando te vês ao espelho e porque não és de outra maneira.
Ri-te quando a vida não te sorrir e ri-te quando te rires dela.
Ri-te se tiveres azar e ri-te por isso mesmo.
E também porque nada do que te aconteça te vai impedir de rir.

E porque não pode ser de outra maneira. Sê.

Posted by: Luis Alves Martins | 12 May 2011

eu sou mais velho do que tu

eu estou cá há mais tempo. eu vivi. estive aqui. ali. e ali também. estive ali contigo. no outro sitio não.
e já passei por isso. não fiz assim. podia ter feito de outra forma. não interessa. se me acontecesse isso, não sei. agora já não acontece. é diferente porque então não será o que é agora.
mas é bom. vivi mais isto e isso é uma grande vantagem. porque pude fazer, estive e fiz. não isso que vais fazer mas outra coisa qualquer. já não me lembro.
quando aqui chegares, e vais chegar, vais ver. vale a pena.
e vais escolher outras coisas diferentes da que escolherias se soubesses. como não podes escolher outra vez não já não importa.
não tenhas pena porque ainda não estás aqui. mas quando estiveres aqui vais-te sentir feliz.
leste isto portanto não fizeste outra coisa qualquer e agora já és diferente do que eras.

Posted by: Luis Alves Martins | 16 December 2010

long time no post

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Posted by: Luis Alves Martins | 19 July 2010

Housekeeping

Decidi arrumar a casa dos textos e blogues. Fazer um pouco de limpezas de primavera, tirar as traças dos blogues, deitar lixo fora, etc.

E portanto este é mais um post que daqui a algum tempo vou deitar fora porque o conteúdo vai naturalmente ficar obsoleto. Será que o Post tem data de expiração e posso definir isso já? hum… Não encontro…

Este é o meu blog pessoal e aqui não vou meter assuntos de “trabalho”, como por exemplo fazer ou como deixar de fazer código e soluções. Toda a minha comunicação ligada a “trabalho” vai para o meu blog no MSDN: http://blogs.msdn.com/b/lam

Posted by: Luis Alves Martins | 12 February 2010

Os que…

Há os que se apaixonam, os que adoram, os que amam, os que se fascinam, os que querem, os que se interessam, os que se excitam, os que desejam, os que procuram, os que pensam nisso, os que encontram, os que olham, os que ponderam, os que pretendem, os que fingem, os que gostam, os que se divertem, os que adormecem, os que gostam, os que estarão lá para o ano, os que sempre lá estiveram, os que não vão faltar, os que nunca sairam, os que têm saudades, os que pensam no do próximo ano, os que voltam sempre, os que juram que não viram, os que não esquecem, os que ponderam, os que ponderam mais, os que pedem desconto, os que tiveram sorte, os que escolheram bem, os que foram falar, os que foram ouvir, os que adormeceram, os que se divertiram mais, os que tiveram prazer nisso, os que encontraram alguém, os que foram encontrados, os que foram vistos, os que fotografaram, os que blogaram, os que twittaram, os que aprenderam, os que conheceram, os que sonharam, os que se encontraram, os que escreveram, os que escreveram nos jornais, os que comeram, os que foram mas não viram, os que viram, os que sempre, sempre voltarão, os que dizem que lá estiveram,  os que vão e os que lá estarão, no TECHDAYS 2010. Eu vou lá estar! e tu?

Posted by: Luis Alves Martins | 7 September 2009

Physics Library

Estive a fazer alguns testes com a biblioteca de Physics para o Silverlight. O helper facilita imenso a implementação, ao ponto de se conseguir fazer quase tudo sem recurso ao código. Assim o designer transforma-se em developer, contrariando a tendência normal de ter que ser o developer a fazer o design da aplicação.

No entanto dos meus testes resultou alguma insatisfação:

1. Fisica “real e deformativa"

Não consigo criar o movimento elástico “real” em que um objecto se deforma ao chocar com outro e volta ao desenho original. Nos exemplos clássicos é uma bola que ao chocar com uma parede se transforma numa elipse e depois volta à forma original.

2. Fisica 3D

Claramente o passo seguinte é ter uma perspectiva 3D permitindo a construção de desktops 3D, etc. Este ponto é menos importante comparado com os restantes porque pretendo ter uma sensação mais real de interacção antes de acrescentar mais uma dimensão ao problema.

3. Modelação “manual”

Interagir com os objectos mudando a forma: com dois dedos pegar num circulo e transformá-lo numa elipse, um quadrado num rectangulo, etc.

Se alguém tiver conhecimento ou estiver a trabalhar em algum destes temas, p.f. entre em contacto comigo.

Posted by: Luis Alves Martins | 30 March 2009

histórias de um livro que nunca escreverei(II)

Linha

A realidade está dividida em dois tons de azul.
Talvez um seja azul e outro verde. Ele nunca foi capaz de distinguir bem aquelas duas cores. Não lhe interessa. Não será capaz de partilhar com ninguém a percepção que tem das duas cores. Só ele saberá a cor é que vê. Ou talvez isso não interesse. Ele sabe a cor que sente.
A linha que divide as duas cores é difusa.
Ele sabe que é uma linha bem definida, a linha da curvatura da terra. Sabe que o mar acaba ali onde o céu começa. Sabe que o que pensa é uma ilusão. Sabe que o que vê o engana, que a imagem que vê na sua mente não é real e que a terra é redonda e que aquela linha não é alcançável. Fará sempre parte do seu imaginário. Sempre que a tentar alcançar ela recuará insensivel às suas tentativas.
No entanto a linha está ali à sua frente.
As cores mudam sem que ele o perceba, será enganado sem perceber. Julgando que vê o mesmo, vai sentir algo diferente.
A linha atrai-o. É nessa linha que está tudo o que procura. Tem o olhar perdido e fixo, não deu conta que a linha desaparece lentamente, muda de cor e se duplica.
A soma dos dois tons de azul é agora um branco, cinzento ou outro tom de azul.
As duas linhas afastam-se e portanto aproximam-se dele. Ganham dimensão, volume e o cinzento(ou branco?) ocupa agora o seu campo visual.
Apenas quando deixa de sentir calor é que compreende que esteve ausente tempo demais. Com uma velocidade inexplicável o nevoeiro envolveu-o, as outras cores desapareceram.
A realidade torna-se monocromática e ele compreende que está finalmente perdido.

30.Março.2009 – Lisboa
Posted by: Luis Alves Martins | 3 March 2009

Masterclasses for Architects

masterclasses_head

MasterClasses for Architects é um Programa constituído por um conjunto de sessões interactivas e exclusivas, com o objectivo de:

  • Desenvolver o know-how e experiência dos Participantes com os componentes estratégicos que constituem a plataforma Microsoft.
  • Fornecer uma visão holística da plataforma Microsoft – incluindo Windows Server 2008, SQL Server 2008, Office System, Visual Studio 2008 e a Framework .NET.
  • Contextualizar as tecnologias Microsoft nos desafios de negócio actuais.

Este programa é composto por 5 sessões de meio-dia cada, e decorrerá nas instalações da Microsoft Portugal – Porto Salvo.

Este Programa é destinado a:

  • Arquitectos
  • Programadores experientes ou aspiring Architects
  • Arquitectos sem experiência em tecnologia Microsoft

Cada sessão terá a mesma estrutura e será composta por duas partes. A primeira parte será constituída por uma apresentação sobre as soluções associadas ao tópico da sessão, na perspectiva Microsoft. A segunda parte das sessões será constituída por um debate aberto sobre o tema da sessão ou por trabalho em grupo na resolução e análise de casos de estudo.

O site com toda a informação para inscrição é http://www.GoDeepArch.com

Vem daí!

Posted by: Luis Alves Martins | 25 February 2009

Devdays 09 – Survived!

Obrigado a todos os que estiveram presentes na minha sessão ARC210 – Arquitectos e a plataforma Microsoft e na ARC203 – Cloud Discussion/Architecture que foi apresentada em conjunto com o António Cruz.

Obrigado pelo óptimo feedback e conto convosco nos próximos eventos.

Tudo correu sobre rodas, ou melhor quase tudo porque a Surface estava num péssimo local em que recebia uma influência de infravermelhos o que condicionava a prestação. Quando a movemos para uma sala apenas para o efeito, a prestação foi óptima. No segundo dia tivemos a nossa Primeira Dama a testar a surface e as aplicações que os nossos parceiros desenvolveram.

Foi um óptimo evento, com uma presença enorme de developers e pessoal interessado nestas tecnologias. É curioso ouvir comentários como “Este DevDays é melhor que o TechDays” e quase em simultaneo “o TechDays é melhor”. É dificil satisfazer todas as pessoas. Tal como a percepção que no segundo dia estavam menos pessoas do que no primeiro, de facto estiveram presentes quase o mesmo número de pessoas. A falta de keynote e de elemento agregador deu a ideia que estava menos gente.

A parte negativa de estar “deste lado” do evento é que não consegui ir a nenhuma sessão. É uma visão diferente e interessante, cansativa e recompensadora, mas não vemos mesmo nenhuma sessão. Nem mesmo a nossa!

Felizmente que tivemos o fim de semana prolongado do Carnaval para recuperar o sono.

Agora… De volta ao trabalho…

Posted by: Luis Alves Martins | 11 February 2009

Como ultrapassar o DevDays 09

Estão aí à porta dois dias de Devdays 09. Vão ser cansativos para quem vai ser orador e para quem vai assistir. Claramente os oradores estão em desvantagem porque vão poder assistir a menos sessões que o resto do mundo.

Já sabemos que as apresentações verdadeiramente inesquecíveis são aquelas em que algo tenebroso acontece. Ou há um ecrã azul, o orador cai ou desmaia em palco. São essas as apresentações que recordaremos daqui a uns anos porque o conteúdo termina com o prazo de validade no DevDays 2010.

Aqui ficam algumas dicas para quem vai assistir:

- Planeie as sessões a que vai assistir. Prepare-se. Assim pode garantir que chega cedo à sessão e pode escolher um bom lugar. Se não tiver nenhuma sessão interessante num time slot então vá até às áreas das comunidades ou vá espreitar a Surface.

- Dê feedback. O feedback é muito importante para os oradores. É graças a este feedback que eles podem melhorar a sua prestação. Se gostou da sessão, diga-o. Se não gostou, diga-o para a próxima vez ter uma sessão melhor.

- Tente mudar de visão. Tente ver sessões sobre produtos ou tecnologias que não conhece. Aumente a abrangência de conhecimento. Não vá às sessões sobre tecnologia que já domina. Não vai aprender nada! Tente sair da casca e ouvir tópicos que não domine.

- Não se esqueça de comer e de beber. O cansaço quebra a capacidade de concentração.

- Faça networking. Traga à superficie esse espírito hospitaleiro e de boa convivencia. Meta conversa com todos, conheça e seja conhecido. Faça negócios, aumente a sua rede de contactos.

Se quando chegar ao final do evento não estiver cansado, então não retirou valor do evento. Não se esforçou o suficiente a ler aquelas linhas de código da demonstração, nem ajudou nenhum orador a descobrir o erro da demonstração.

Nem gozou a noite de dia 18…

Venha e divirta-se!

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